Especialistas:
Dra. Cyntia Monteiro
A hora da refeição deveria ser um momento de prazer e conexão. Para muitas famílias, no entanto, ela vira um campo de batalha diário — seja pelo engasgo que assusta a cada mamada, seja pela criança que recusa qualquer alimento fora de uma textura só. A Fonoaudiologia em Disfagia Infantil trabalha para devolver a segurança e a tranquilidade à mesa, tratando o que impede a criança de comer sem risco e sem sofrimento.
Disfagia é a dificuldade para engolir alimentos ou líquidos com segurança. Em bebês e crianças, costuma aparecer como engasgo frequente, tosse durante as refeições, escape de comida pelo nariz ou recusa em avançar para texturas mais sólidas. Quando não tratada, aumenta o risco de infecções respiratórias e de déficit nutricional.
Especialidade Reconhecida pelo CFFa: Disfagia e Motricidade Orofacial.
(H2) Seletividade Alimentar e Recusa Alimentar
Nem toda dificuldade à mesa é disfagia. Seletividade alimentar é a recusa persistente de alimentos com base em textura, cor, cheiro ou sabor — e vai além de uma fase passageira de “criança enjoada”. Também atendemos:
O tratamento é individualizado e pode envolver:
Procure atendimento caso a criança apresente:
O cuidado é conduzido pelo Fonoaudiólogo Especialista em Disfagia e Motricidade Orofacial, muitas vezes em atuação integrada com pediatras, nutricionistas, terapeutas ocupacionais e odontólogos. Na Clínica Falar e Ouvir, condutas são baseadas em evidências científicas e o plano terapêutico é personalizado para cada criança.
Sim. Na maioria dos casos, a terapia fonoaudiológica melhora significativamente a segurança e a eficiência da deglutição.
Não. Entretanto, engasgos frequentes devem ser investigados por um fonoaudiólogo especializado.
Sim. Quando alimentos ou líquidos alcançam as vias respiratórias (broncoaspiração), aumenta o risco de pneumonia aspirativa.
Não. Seletividade alimentar vai além de uma fase passageira: é a recusa persistente de grupos inteiros de alimentos, muitas vezes ligada à textura, cor ou cheiro, e que não melhora com o tempo ou com insistência da família.
O fonoaudiólogo especialista em disfagia e motricidade orofacial é o profissional indicado. Em casos mais complexos, o acompanhamento costuma envolver também pediatra, nutricionista e terapeuta ocupacional.