Especialistas:
Dra. Carla Azevedo
Dr. Walbert Junio
Dra. Joelma da Silva
Dra. Cyntia Monteiro
Dra. Najla Ayanne
Respirar, mastigar, engolir, sugar e falar são funções que a maioria das pessoas nunca para para pensar — até que algo nelas sai do lugar. Quando uma criança respira pela boca em vez do nariz, ou quando os pais notam que o bebê tem a língua presa, geralmente é a Motricidade Orofacial, área da Fonoaudiologia, que vai investigar e tratar.
A língua presa no bebê aparece principalmente na dificuldade de pega durante a amamentação: o bebê não consegue projetar a língua para além da gengiva inferior, o que prejudica a sucção.
Outros sinais que costumam acompanhar o quadro: ruído ao sugar, mamadas muito longas sem ganho de peso proporcional, e a ponta da língua formando um pequeno entalhe em “coração” quando o bebê tenta esticá-la para fora. Nenhum desses sinais substitui a avaliação de um fonoaudiólogo — eles apenas indicam quando vale a pena procurar um.
O tratamento segue o modelo da reabilitação miofuncional orofacial. Depois de uma avaliação completa da musculatura e das funções, o fonoaudiólogo aplica exercícios específicos para ajustar tônus, mobilidade e postura dos órgãos fonoarticulatórios. O processo passa também pela conscientização do paciente e da família e pela remoção dos hábitos que sustentam a alteração.
O cuidado é conduzido pelo fonoaudiólogo especialista em Motricidade Orofacial. Na Clínica Falar e Ouvir, a equipe atende desde as dificuldades na amamentação até a reabilitação de funções orofaciais em crianças e adultos.